Beije-me, e leia minhas mentiras,
Minto porque a verdade é severa,
E sonho porque se mata o aleive,
Casa de enfados quimera.
Olhe-me, e leia minhas janelas,
Fecho-as para não ver o sepulcro,
E extenuo-o para não carpir-me,
Casa de refúgios quimera,
Colha-me, e do pó retrate a guerra,
Errei-o por não poder pairar
E receber a pena em meus atos,
Casa de sepultos quimera.
Escolha-me, e do caos verás a tela,
Desenho pra me fantasiar,
E esquecer a maldição caída,
Casa de suplícios quimera,